sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Capítulo 8 e 100 visitantes!

Demoro mas saiu, o capítulo 8, onde esse capítulo começa a aprensentar uma trama muito maior que o que já foi apresentando.
E hoje mesmo o blog completou 100 visitas brasileiras, sendo que cada visita é uma pessoa diferente! Muito obrigada a todos que vêm aqui e lêm essa história, e com o aumento gradativo de visitas que eu tenho forças para continuar escrevendo!
E sem mais delongas, ai vai o próximo capítulo.

Capítulo 8 - Senhor e rainha.

[23/08/1982]
Depois da noite passada, resolvi dar um pouco de atenção para minha própia vida, esquecer um pouco o turbilhão que estava sendo Refi e Alexandre, sai de casa logo pela manhã e caminhei pelas ruas, encontrei uma loja de vinis e por lá fiquei pro provavelmente 3 horas, sai de lá com um vinil novinho e fui passar na biblioteca, fazia tempo que não lia nenhum dos livros que eu gostava de ler, entrei lá e fiquei por lá selecionando cuidadosamente um livro que eu leria nos próximos dias, quando deu 21 horas tive que sair pois era hora da biblioteca fechar, e então sai em rumo a minha casa, o inverno britânico estava em seu fim e as noites não estavam mais tão geladas. Sai de lá pensando que logo Refi apareceria, fui caminhando calmamente quando próximo a minha casa vi um homem parado a um quarteirão da onde estava, vestia um terno e parecia que olhava fixamente pra mim, sorrateiramente virei a rua para dar a volta e passar longe daquele homem que me fez sentir medo.
Caminhava pensando sobre como tinha sido diferente meu dia quando levei susto com alguém pondo sua mão em meu ombro.
- Anne, eu suponho. Ele disse, sua voz era tão grave que fez-me sentir na presença de uma grande autoridade.
- Sim, posso ajudá-lo? Respondi com a voz tremula embora tentasse esconder meu medo, me virei para ver quem ali estava quando vi um homem muito alto, de terno e cabelos grisalhos, era ele o mesmo homem quem tentei fugir, porém agora enxerguei algo que não havia visto, sua pele era pálida e seus olhos claros, ele era mais um vampiro.
- Me chame apenas de "senhor", meu nome não é importante para você. Ele disse, em tom irônico embora seu rosto estampasse uma expressão acolhedora.
- Refson te mandou aqui? Perguntei, ao mesmo tempo em que estava tentando-me alcamar, tentava entender a situação.
- Me mandar? Refson é apenas uma criança perto de mim, eu estou aqui apenas para conhecer a serva humana dele e saber o que a senhorita tanto o atrai. Seu tom ironico so ficava mais forte, e agora tinha sorriso de deboche em seu rosto, fiquei irritada com o que ele disse.
- Serva!? Eu não sou serva de ninguém! Se o ajudo é porque EU quero e não por obrigação. Respondi a ele irritada em um tom alto quase que gritando.
- Hum, sei... alguém com a capacidade de hipnotização fazendo um humano trabalhar para ele por vontade própia, isso chega ser uma piada, mas foi apenas um comentário, isso pouco importa para mim no momento, deixe-me fazer o que vim fazer. Ele segurando meu queixo fez com que nossos olhares de cruzassem, seus olhos azuis eram como a água límpida de um rio no verão, tentei fugir, mas seus olhos me paralisaram totalmente, senti como se alguém estive tentando entrar e minha mente, e quando me dei conta, seus olhos estavam vermelho sangue, de repende comecei a ver cenas da minha vida e logo após tudo ficou escuro. Acordei na minha cama, olhei em volta e Refi e Alexandre estava ali.
- O que aconteceu? Perguntei, minha cabeça pesava, parecia que tinha batido.
- Tutmés vasculhou sua mente, ele quer informações sobre as nossas buscas, você ficou desacordada por três dias. Refson me respondeu.

[26/08/1982]
- Três dias!? E quem é Tutmés? E ele não podia simplesmente ler a minha mente para descobrir isso? Respondi, totalmente confusa, eu nem sequer conseguia fixar algo em minha mente, todos meus pensamentos estavam embaralhados.
- Sim, três dias, e Tutmés é o vampiro que fez isso com você. Alexandre me respondeu, a expressão de seu rosto era totalmente preocupada, agia como se não soubesse o que fazer.
- Sim, ele falou a você para chamá-lo de "senhor", pois seu nome "Tutmés" diria quem era ele em sua vida humana, e ele não conseguiria o que queria apenas lendo sua mente, ler a mente serve apenas para saber o que você estava pensando naquele momento, e ele queria muito mais que isso. Refson falou cuidadosamente, graças ao seu modo de falar meus pensamentos começaram a se organizar e o que havia acontecido começou a ficar mais claro.
- Então... ele viu na minha mente coisas da minha vida inteira? Perguntei, embora não tivesse realmente dúvida quanto a isso, perguntei porque não acreditava que um vampiro seria capaz de tal.
- Isso, ele é um vampiro de 3.500 anos, Anne, ele é capaz de fazer coisas que mais nenhum é, e ele era o braço direito da primeira vampira e a única vampira que tinha o poder de andar no sol que eu tenha conhecimento. Amanha conversaremos sobre tudo isso em detalhes, apenas descanse agora, é quase de manhã, nós precisamos ir. Refson disse, eu apenas fechei meus olhos e senti eles indo embora, ainda estava cansada e um pouco confusa, mas precisava saber mais sobre Tutmés e a primeira vampira.

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Obs final: É possível vocês descobriram quem foi Tutmés se pesquisarem, porém esse fato na história sera revelado capítulo vem, fica a critério de quem ler descobrir antes ou não.

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