Bem-Vindos,
Essa é a primeira vez que crio um blog pra postar uma história, veremos como vai ficar *-*
O tema da historia é VAMPIROS
O nome é uma referencia a uma musica de uma banda chamada BAUHAUS, e agradecimentos especiais por me ajudar com o nome ao PATH
Agradeço também ao MARCUS e ao meu namorado NOSMAN por terem me ajudado com eventuais erros de português
E vamos ao inicio:
Introdução
"Não tenha medo minha querida
Você já conhece nosso mundo exatamente como ele é
Não tem porque fugir
Vamos...
Continue o que comecei."
Isso foi o que ELE me disse antes de partir. Meu mestre, meu tutor, meu melhor amigo.
O que ele era? Do que estava falando?
É, eu sei que isso tudo está completamente confuso para quem ler, a verdade é que eu não sei como começar uma história, e para ser sincera eu só comecei essa história porque eu estou entediada, como sempre estive. No meu velho rádio está tocando uma das minhas músicas favoritas, "She's in Parties" do Bauhaus, às vezes sinto que essa música me quer dizer algo...
Mas chega desse monólogo chato, quero lhes contar minha história, e não lhes mostrar o quanto estou entediada.
Capítulo 1 - O Show
[17/08/1982]
Era um sábado de inverno tipicamente britânico, eu estava vestindo coturnos que afundavam na camada de neve que começa a derreter naquela noite, meu sobretudo preto me aquecia ate meus tornozelos, minha calça jeans colada ao corpo e minha blusa de mangas longas roxa me davam um estilo totalmente diferente do que as pessoas eram acostumadas a verem em seu dia a dia. Era tarde da noite, estava voltando de um dos melhores shows da minha vida, BAUHAUS, a sensação era de uma alegria estranha, diferente do que já havia sentido antes, aquela performance, aquelas músicas, elas tocavam meu coração de um modo totalmente diferente do que qualquer outra coisa no mundo. Enquanto delirava e lembrava de cada momento do show, lembrei-me do frio que estava sentido quando meu cabelo longo e vermelho tocou na minha nuca, resolvi andar mais rápido, iria congelar se continuasse naquele ritmo. Quando faltavam apenas 2 quarteirões para chegar a minha casa ouvi uma voz.
- Anne...
Esse era meu nome, alguém estava o chamando, olhei pelos lados e nada vi. Acreditei ser apenas um delírio e tornei a andar. Entrei em meu pequeno apartamento quando notei que havia algo errado, alguém tinha entrado lá! Mas como? A porta estava perfeita trancada!
Corri para o meu quarto, foi quando me deparei com uma imagem assustadora e encantadora ao mesmo tempo, era um homem de cabelos longos e pretos, fitei-o com meus olhos verdes, ele estava lendo algo, reparei no que vestia, apenas botas, calça jeans e uma blusa de manga longa preta, uma pessoa normal não agüentaria o frio com essas roupas.
- "...E sua respiração lentamente parava, até não a ouvir mais...". ERA UM DE MEUS POEMAS!
Ele levantou a cabeça e olhou para mim, e então eu vi seus olhos, eram cinza claros, quase brancos, e sua pele... era tão branca quanto a neve que caia lá fora.
- É uma descrição da morte muito interessante, principalmente para quem nunca a experimentou. Sua voz era grossa, porem suave a se ouvir, se notava pelo seu sotaque que não teria aprendido suas primeiras palavras a menos de 100 anos.Eu não acreditava, eu estava de frente de algo que eu sempre quis encontrar na minha vida.
- Quem é você? Perguntei, queria ter certeza de que estava correta.
- Quem sou? Você mesma já descobriu por si só minha cara Anne. Ele respondeu a mim com um sorriso sombrio em sua fase, ao mesmo tempo que um sorriso queria se estampar em meu rosto, meu coração batia rápido, assustado. Ele se levantou e se aproximou de mim, eu dei um ou dois passos para trás, ele viu que eu estava em uma confusão de sentimentos entre felicidade e medo.
- Muito prazer, eu sou Refson, mas me chamam apenas de Refi. Ele pegou a minha mão cuidadosamente e a beijou, mas seus olhos não desviavam nem se quer por um momento dos meus.
- E como você sabe meu nome? Como me conhece? Agora eu estava confiante, o olhava também fixamente nos olhos.
- Seus pensamentos. Cruzamos certa vez na rua, e eu ouvi seus pensamentos, desde então venho a seguindo, você é uma mulher interessante. Não teme a morte, e a vê como forma de poesia, não pensa igual, não age igual a maioria, e é assim apenas por raiva do que passou.
Me assustei com a breve descrição que foi feita de mim, era exata, e apenas uma pessoa que me conhecesse muito bem saberia de tudo isso. - Está amanhecendo...estou indo. - Ele disse e se dirigiu a porta, quando voltei a mim, olhei na sala e ele já havia partido.
Estava em um estado estranho, felicidade, confusão, medo, desejo...sim, definitivamente, Refson era um VAMPIRO.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
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*-* Amei o inicio e o clima que vc colocou pra desenvolver a história
ResponderExcluirIntrigante e misterioso como uma boa história de Vampiros deve ser \o/
e Obrigado pelos agradecimentos ao Lindo Namorado (lindo,foi por minha parte^^)
*-* Amei o inicio e o clima que vc colocou pra desenvolver a história [2]
ResponderExcluirNossa, ta muiiiiito bom, sério, continue, pois quero ler mais u.u SAUHSAUHSAUHSAUHAHU
=D
Amei o inicio e o clima que vc colocou pra desenvolver a história [3]
ResponderExcluirVocê escreve mto bem ok.
Amaaaaaaaay *---------*
Nouuus *-------------------* vc escreve mto bem Lu *-*' Beziinho JehLee
ResponderExcluirain muito bom!q tensooo!vou ler o dooooois!
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